Conforme já destacado, substâncias
químicas agressivas, sobretudo aciduladas, estão cada
vez mais presentes em nosso meio físico. Sua incidência
deriva principalmente de ações antropogênicas, envolvendo
manuseio de produtos domésticos e industriais, e das chuvas ácidas
pela queima de combustíveis fósseis (carvão, petróleo,
etc.).
Áreas não poluídas
por fontes antropogênicas, como pântanos, manguezais e de
vulcanismo, também podem gerar compostos ácidos devidos
a emissões naturais de enxofre (SO2). Em regiões tropicais,
da mesma forma, chuvas ácidas podem ser geradas pela contaminação
atmosférica de ácidos orgânicos (carboxílicos),
pois a vegetação é uma importante fonte natural
de emissão de hidrocarbonetos.
A partir dessas referências e
de elementos de análise colhidos em trabalhos de simulação
de alterabilidade, reforça-se a necessidade da conciliação
técnica e estética para especificação e
adequação das rochas ornamentais e de revestimento.
Em primeiro lugar é necessário
distinguir as rochas carbonáticas, designadas genericamente como
mármores e travertinos, das rochas silicáticas e silicosas,
que recebem a denominação de granitos e quartzitos.